Visualizações: 17 Autor: Editor do site Horário de publicação: 22/01/2021 Origem: Site
As principais etapas para identificar os tipos de corantes nas fibras de celulose são a amostragem e o pré-tratamento da amostra. Ao colher a amostra, deve-se retirar a parte do mesmo corante. Se a amostra contiver várias tonalidades, cada tonalidade deverá ser retirada. Caso seja necessária a identificação da fibra, o tipo de fibra deverá ser confirmado conforme norma FZ/TO1057. Se houver impurezas, graxa e lama na amostra que afetem o experimento, ela deve ser tratada com detergente em água quente a 60-70 ℃ por 15 minutos, lavada e seca. Se for sabido que a amostra tem acabamento com resina, use os seguintes métodos respectivamente.
1) A resina de urina-formaldeído é tratada com ácido clorídrico a 1% a 70-80 ℃ por 15 minutos, lavada e seca.
2) A resina acrílica pode ser tratada com refluxo Erke 50-100 vezes por 2-3h e depois retirada para lavagem e secagem.
3) A resina de silicone pode ser tratada com 5g/L de sabão e 5g/L de carbonato de sódio 90cI=15min, lavada e seca.
A amostra é fervida com 5-10 mL de uma solução aquosa contendo 1 mL de água concentrada com amônia para extrair completamente o corante.
Retire a amostra após o tratamento de extração, coloque 10-30mg de pano de algodão branco e 5-50mg de cloreto de sódio no extrato, ferva por 40-80s, deixe esfriar e lave com água. Se o pano de algodão branco for tingido quase exatamente na mesma tonalidade da amostra, pode-se concluir que o corante usado para tingir a amostra é um corante direto.
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