Visualizações: 10 Autor: Editor do site Horário de publicação: 12/05/2021 Origem: Site
Cidade do México. Se a impossibilidade de importar semilla de algodón continuar, em 2021 poderá desaparecer este cultivo, contou Relbo Raúl Treviño Cisneros, presidente do Comité Sistema Produto Algodón.
'Só neste ano a produção de algodão se deslocou 35 por cento, e esta situação se agravará porque para janeiro de 2021 os agricultores não tenderão a semelhar', detalhou Raúl Treviño ao La Jornada.
A certeza de que 'está em cerca de 1,4 milhões de empregos vinculados ao setor; 7 milhões 500 produtores; 30 milhões 150 trabalhadores locais e migrantes que dependem diretamente dessa mão de obra; cerca de 48 milhões 700 eventuais que representam seis milhões de jornais anuais, e 1,24 milhões de pessoas que subsistem nos processos de hilado, tejido e confecção da indústria têxtil nacional'.
A escala global, '90 por ciento del algodón que se siembra é geneticamente modificado', então, e nele radicaliza a negativa da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semarnat) para permitir a siembra.
'El Presidente (Andrés Manuel López Obrador) fala apenas de alimentos, especificamente de milho transgênico; o algodón não é um cultivo que consumimos, é para produzir roupas de vestir', expõe sobre o uso de sementes geneticamente modificadas.
'Temos ditados vinculantes negativos em 2019 e 2020 para a autorização de sementes de nova geração de algodo geneticamente modificado; então estamos lembrando as sementes que hoje temos autorizadas comercialmente, mas as sementes têm uma vigilância de vida, e se terminam, saindo do mercado e cada dia vão siendo menos a quantidade de semilhas'.
Semarnat, ausente
Durante alguns dias, os produtores tiveram uma reunião virtual com o subsecretário de Fomento e Normatividade Ambiental de Semarnat, Tonatiuh Herrera, mas o funcionário não trabalhou na junta.
'Nos ligamos em videoconferência, mas ele não foi presenteado, e sua gente não tem conhecimento do tema. Nós dizemos que para o que queríamos mais autorizações se tivéssemos ao redor de 20 permissões de sementes comerciais.
'Les explicamos que as sementes têm uma vigilância de cinco a sete anos, e vendas no mercado, porque existem novas gerações que as substituem, e isso não entende a gente de Semarnat, creo que é uma questão de ideologia'.
No país, você tem '20 anos semelhando algo modificado com excelentes resultados, mas algumas sementes estão se destacando no mercado e exigem firmas de autorização'.
De 1935 aos anos 60, o principal cultivo do México era o algodón. A causa de pragas e enfermidades que se destacam do controle, vino la decadencia. Na década de 1990, o cultivo foi retomado. Depois de 25 anos sem lembrar que algodo desaparecia as pragas, mas ao ter retomado o cultivo, depois de ter sido hospitalizado, apresentou as doenças e recomendou o colapso, até que em 1996 se realizou a primeira semana de algodo transgênico em Tamaulipas.
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