Visualizações: 8 Autor: Editor do Site Horário de publicação: 21/04/2021 Origem: Site
A indústria têxtil emprega compostos tóxicos que não afetam apenas o meio ambiente, mas também a saúde dos trabalhadores das fábricas e dos consumidores.
Técnicos têxteis: sua aplicação em equipamentos de proteção individual no trabalho
A cada ano, 80 milhões de roupas novas são compradas em todo o mundo, depois de passar por um processo de produção. Nas águas residuais das fábricas da China, Índia e Bangladesh, onde se fabrica a maior parte desses produtos, foram encontrados vários contaminantes, como o antimônio.
Mas provavelmente os compostos das cores serão os mais contaminantes para o meio ambiente e a saúde dos trabalhadores nas fábricas têxteis. Nos últimos anos, numerosos estudos científicos mostraram evidências dos efeitos adversos nas pessoas que trabalham diretamente na produção têxtil.
Além disso, não há nenhuma novidade que os corantes azoicos possam causar danos no ADN. Em um dos últimos estudos, publicado na revista Chemosphere, um grupo de cientistas analisou o ácido químico Black 10 (AB10B), amplamente utilizado na produção de têxteis, couros e estampados, em busca de dados toxicológicos.
A conclusão é clara: 'Nossos hallazgos indicam que a exposição dos seres humanos e a liberação do computador no meio ambiente podem provocar efeitos adversos devido à sua atividade danosa para o ADN', expôs o pesquisador, apresentado pela Universidade Luterana do Brasil.
Depois de fabricar a roupa, as substâncias empregadas em sua produção não desaparecem de todo o processo de distribuição e venda. Uma equipe científica do Laboratório de Toxicologia e Saúde Ambiental da Universidade Rovira e Virgili analisará por anos o que ocorre quando o consumidor final se expõe a esses têxteis.
Mais alergias
'Ainda que muitos dos produtos químicos adicionados durante o processo de fabricação da roupa sejam enjuagan, as concentrações residuais de algumas substâncias podem permanecer e liberar durante o uso pelos consumidores', disse José Luis Domingo, pesquisador da universidade catalã.
A maioria das investigações realizadas sobre o impacto da roupa na saúde das pessoas fez referência a reações alérgicas à pele com o contato das roupas, mas não é o único problema potencial.
Um novo trabalho, publicado em Pesquisa Ambiental, certifica que, sob determinadas circunstâncias de uso, certas prendas podem supor riscos para a saúde que não estão necessariamente reconhecidas nas legislações sobre produtos têxteis.
Segundo o pesquisador, a presença de produtos químicos 'não desprezíveis' tóxicos, como oligoelementos, retardantes de lama ou certos pigmentos para as tintas em algumas roupas, poderia levar a riscos sistêmicos potenciais, e até mesmo significar 'riscos de câncer não suscetíveis para os consumidores', alertando, incidindo especialmente na vulnerabilidade dos consumidores. meninos.
“O câncer nunca deveria ser assumido, mas o que aconteceu é que estamos permanentemente expostos a substâncias com potencial cancerígeno”, indica Domingo. Segundo explicado, o risco depende das características físico-químicas da substância ambientalmente tóxica.
Através da pele, o tóxico chega ao sangue e é redistribuído em diversos órgãos e tecidos. 'Neste caso, a pele pode ser afetada por dermatite de contato, irritações, etc.', explica.
Outro fator que influencia o risco é o uso mais ou menos contínuo de uma compra. 'Por exemplo, não seria o mesmo que usar uns vaqueros feitos no dia a dia que uma vez por semana, o tampoco seria o mesmo a exposição através de um pijama que de uma camisa que não entra apenas em contato com a pele', sinalizou o investigador.
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